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No final, o resultado da autocondenação é a rebelião contra Deus. O homem não pode viver se autocondenando e precisa descartar a imagem do Deus colérico que ele pensa que o está condenando. E o homem só conseguirá livrar-se disso, negando Deus totalmente. Mas quem criou o Deus da condenação, senão o próprio homem, insatisfeito consigo mesmo? | No final, o resultado da autocondenação é a rebelião contra Deus. O homem não pode viver se autocondenando e precisa descartar a imagem do Deus colérico que ele pensa que o está condenando. E o homem só conseguirá livrar-se disso, negando Deus totalmente. Mas quem criou o Deus da condenação, senão o próprio homem, insatisfeito consigo mesmo? | ||
Ó preciosos filhos do Sol, não vos canseis de fazer o bem. Não vos sobrecarregueis com o sentimento de culpa, pois, em Deus não há condenação. São os demônios e os caídos que se colocam à vossa frente e vos condenam, de dia e de noite. E sussurram aqui, sussurram ali, e dizem que sois pessoas terríveis, que sois pecadores miseráveis, e que para vós não há esperança de salvação. Preciosos corações, grande parte da humanidade está sobrecarregada pelo sentimento de condenação que reprime a criatividade e sufoca a beleza da Divindade – o potencial para manifestar a ciência da luz, a música das esferas, a cultura da era de ouro. | |||
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