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O Padre Pio foi agraciado com o dom da “leitura de corações”, ou seja, era capaz de olhar a alma de uma pessoa e desvendar os seus pecados, sem ouvir uma única palavra do penitente. À medida que a sua fama crescia, cresciam também as filas do lado de fora do confessionário, tanto que os seus colegas capuchinhos distribuíam senhas para quem quisesse ter o privilégio de se confessar a ele. Às vezes, quando o pecador não podia ir até ele para se confessar, o Padre Pio ia até ao pecador, mas, como era dito, não da maneira usual. | O Padre Pio foi agraciado com o dom da “leitura de corações”, ou seja, era capaz de olhar a alma de uma pessoa e desvendar os seus pecados, sem ouvir uma única palavra do penitente. À medida que a sua fama crescia, cresciam também as filas do lado de fora do confessionário, tanto que os seus colegas capuchinhos distribuíam senhas para quem quisesse ter o privilégio de se confessar a ele. Às vezes, quando o pecador não podia ir até ele para se confessar, o Padre Pio ia até ao pecador, mas, como era dito, não da maneira usual. | ||
Sem deixar os seus aposentos, o frade aparecia em locais distantes, como Roma, para ouvir uma confissão ou consolar um doente. Em outras palavras, ele recebera o dom da ubiquidade: a habilidade de estar em dois lugares ao mesmo tempo.<ref>Woodward, ''Making Saints'', p. 156-57.</ref> | |||
Sem deixar os seus aposentos, o frade aparecia em locais distantes, como Roma, para ouvir uma confissão ou consolar um doente. Em outras palavras, ele recebera o dom da ubiquidade: a habilidade de estar em dois lugares ao mesmo tempo.<ref> | |||
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