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Five Dhyani Buddhas/pt: Difference between revisions

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Os budistas representam muitas vezes os Budas Dhyani em uma [[Special:MyLanguage/mandala|mandala]]. ''Mandala'' é uma palavra em sânscrito que significa “círculo”, traduzida nos textos tibetanos como “centro” ou “o que rodeia”. Alguns dizem que a palavra deriva de ''manda'', que significa “essência”. A mandala como um círculo denota integridade, inteireza e a perfeição da Budicidade. A mandala é também um “círculo de amigos” – uma reunião de Budas. Tradicionalmente, as mandalas são pintadas em ''thangkas'' (pinturas emolduradas em seda) desenhadas em areia colorida, representadas por montes de arroz, ou construídas em três dimensões, muitas vezes em metal fundido. Um Buda Dhyani é colocado no centro assim como em cada um dos pontos cardeais da mandala.
Os budistas representam muitas vezes os Budas Dhyani em uma [[Special:MyLanguage/mandala|mandala]]. ''Mandala'' é uma palavra em sânscrito que significa “círculo”, traduzida nos textos tibetanos como “centro” ou “o que rodeia”. Alguns dizem que a palavra deriva de ''manda'', que significa “essência”. A mandala como um círculo denota integridade, inteireza e a perfeição da Budicidade. A mandala é também um “círculo de amigos” – uma reunião de Budas. Tradicionalmente, as mandalas são pintadas em ''thangkas'' (pinturas emolduradas em seda) desenhadas em areia colorida, representadas por montes de arroz, ou construídas em três dimensões, muitas vezes em metal fundido. Um Buda Dhyani é colocado no centro assim como em cada um dos pontos cardeais da mandala.


A mandala is a sacred, consecrated space where no obstacles, impurities or distracting influences exist. Buddhists use mandalas to aid them in meditation and visualization. “All mandalas,” writes Tibetologist Detlef Lauf, “originate from the seed-syllables, or ''bija-mantras'', of the deities. During meditation upon these mantras, an elemental radiance of light develops, from which comes the image of the Buddhas.... The whole external mandala is a model of that spiritual pattern which the meditating individual sees within himself and which he must endeavour to experience in his own consciousness.<ref>Detlef Ingo Lauf, ''Secret Doctrines of the Tibetan Books of the Dead'', trans. Graham Parkes (Boston: Shambhala, 1989), p. 105; ''Tibetan Sacred Art: The Heritage of Tantra'' (Berkeley: Shambhala, 1976), p. 120.</ref>
Uma mandala é um espaço sagrado e consagrado onde não existem obstáculos, impurezas ou influências perturbadoras. Os budistas usam as mandalas para ajudá-los na meditação e na visusalização. “Todas as mandalas”, escreve o estudioso do Tibete Detlef Lauf, “originam-se nas sílabas semente, ou bija-mantras, das divindades. Durante a meditação
nestes mantras, uma radiação de luz  elemental desenvolve-se, e dela vem a imagem dos Budas. Toda a mandala externa é um modelo desse padrão espiritual que o indivíduo que medita vê dentro de si mesmo
e que deve empenhar-se em sentir na sua consciência”.<ref>Detlef Ingo Lauf, Secret Doctrine of the Tibetan Book of the Dead (Doutrina Secreta do Livro Tibetano dos Mortos).</ref>


[[File:Tibet, vairocana, jina del centro sotto l'aspetto di sarvavid l'onnisciente, xvi-xvii sec-rev.JPG|thumb|upright|Vairochana (Tibet, 16th – 17th century)]]
[[File:Tibet, vairocana, jina del centro sotto l'aspetto di sarvavid l'onnisciente, xvi-xvii sec-rev.JPG|thumb|upright|Vairochana (Tibet, 16th – 17th century)]]
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