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Uma mandala é um espaço sagrado e consagrado onde não existem obstáculos, impurezas ou influências perturbadoras. Os budistas usam as mandalas para ajudá-los na meditação e na visusalização. “Todas as mandalas”, escreve o estudioso do Tibete Detlef Lauf, “originam-se nas sílabas semente, ou ''bija-mantras'', das divindades. Durante a meditação nestes mantras, uma radiação de luz elemental desenvolve-se, e dela vem a imagem dos Budas. Toda a mandala externa é um modelo desse padrão espiritual que o indivíduo que medita vê dentro de si mesmo | Uma mandala é um espaço sagrado e consagrado onde não existem obstáculos, impurezas ou influências perturbadoras. Os budistas usam as mandalas para ajudá-los na meditação e na visusalização. “Todas as mandalas”, escreve o estudioso do Tibete Detlef Lauf, “originam-se nas sílabas semente, ou ''bija-mantras'', das divindades. Durante a meditação nestes mantras, uma radiação de luz elemental desenvolve-se, e dela vem a imagem dos Budas. Toda a mandala externa é um modelo desse padrão espiritual que o indivíduo que medita vê dentro de si mesmo | ||
e que deve empenhar-se em sentir na sua consciência”.<ref>Detlef Ingo Lauf, Secret Doctrine of the Tibetan Book of the Dead (Doutrina Secreta do Livro Tibetano dos Mortos).</ref> | e que deve empenhar-se em sentir na sua consciência”.<ref>Detlef Ingo Lauf, ''Secret Doctrine of the Tibetan Book of the Dead'' (Doutrina Secreta do Livro Tibetano dos Mortos) (Boston: Shambhala, 1989); ''Tibetan Sacred Art: The Heritage of Tantra'' (Arte Sagrada Tibetana)(Berkeley: Shambhala, 1976), p. 120.</ref> | ||
[[File:Tibet, vairocana, jina del centro sotto l'aspetto di sarvavid l'onnisciente, xvi-xvii sec-rev.JPG|thumb|upright|Vairochana (Tibet, 16th – 17th century)]] | [[File:Tibet, vairocana, jina del centro sotto l'aspetto di sarvavid l'onnisciente, xvi-xvii sec-rev.JPG|thumb|upright|Vairochana (Tibet, 16th – 17th century)]] | ||
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