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Sob a tutela do Mestre, Proclo baseou sua filosofia no princípio de que há apenas uma realidade verdadeira - o "Um", que é Deus, ou a Divindade, o objetivo final de todos os esforços da vida. O filósofo disse: "Além de todos os corpos está a essência da alma, e além de todas as almas a natureza intelectual, e além de todas as existências intelectuais o Um." <ref> Thomas Whittaker, "The Neo-Platonists: A Study in the History of Hellenism" [Os neoplatônicos: um estudo da história do helenismo], 2ª ed. (Cambridge: Cambridge University Press, 1928), p. 165. </ref> | Sob a tutela do Mestre, Proclo baseou sua filosofia no princípio de que há apenas uma realidade verdadeira - o "Um", que é Deus, ou a Divindade, o objetivo final de todos os esforços da vida. O filósofo disse: "Além de todos os corpos está a essência da alma, e além de todas as almas a natureza intelectual, e além de todas as existências intelectuais o Um." <ref> Thomas Whittaker, "The Neo-Platonists: A Study in the History of Hellenism" [Os neoplatônicos: um estudo da história do helenismo], 2ª ed. (Cambridge: Cambridge University Press, 1928), p. 165. </ref> | ||
Os escritos de Proclo se estenderam a quase todas as áreas de ensino, desde filosofia e astronomia até matemática e gramática. Ele reconheceu que sua iluminação e filosofia vieram de cima e ele acreditava ser aquele por meio de quem a revelação divina alcançou a humanidade. | |||
Proclus acknowledged that his enlightenment and philosophy came from above—indeed he believed himself to be one through whom divine revelation reached mankind. “He did not appear to be without divine inspiration,” his disciple Marinus wrote, “for he produced from his wise mouth words similar to the most thick falling snow; so that his eyes emitted a bright radiance, and the rest of his countenance participated of divine illumination.”<ref>Victor Cousin and Thomas Taylor, trans., ''Two Treatises of Proclus, The Platonic Successor'' (London: n.p., 1833), p. vi.</ref> | Proclus acknowledged that his enlightenment and philosophy came from above—indeed he believed himself to be one through whom divine revelation reached mankind. “He did not appear to be without divine inspiration,” his disciple Marinus wrote, “for he produced from his wise mouth words similar to the most thick falling snow; so that his eyes emitted a bright radiance, and the rest of his countenance participated of divine illumination.”<ref>Victor Cousin and Thomas Taylor, trans., ''Two Treatises of Proclus, The Platonic Successor'' (London: n.p., 1833), p. vi.</ref> | ||
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