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Zaehner observa que este estado de conflito afetou todas as esferas de atividade humana ou divina. Na esfera social, o conflito se dava entre as comunidades pastoris de pacíficos criadores de gado, que eram “adeptos da Verdade ou da Justiça”, e os bandos de nômades predadores, que atacavam os criadores de gado. Zaratustra chamou esses nômades predadores de “seguidores da mentira”.<ref>Zaehner, “Zoroastrianism,” pp. 211, 210.</ref> | Zaehner observa que este estado de conflito afetou todas as esferas de atividade humana ou divina. Na esfera social, o conflito se dava entre as comunidades pastoris de pacíficos criadores de gado, que eram “adeptos da Verdade ou da Justiça”, e os bandos de nômades predadores, que atacavam os criadores de gado. Zaratustra chamou esses nômades predadores de “seguidores da mentira”.<ref>Zaehner, “Zoroastrianism,” pp. 211, 210.</ref> | ||
No plano religioso, o conflito ocorreu entre Zaratustra e seus seguidores e aqueles que eram seguidores da religião tradicional iraniana e adoravam os "daevas". Os adeptos desta religião antiga disseram que ela foi fundada por Yima, a filha do Sol. Zaratustra atacou Yima e o ritual de sacrifício de animais que ele havia introduzido.<ref>Ibid., P. 211.</ref> | |||
He also condemned the rite associated with drinking ''haoma'', the fermented juice of a plant that caused “filthy drunkenness.”<ref>Gatha: Yasna 48.10, quoted in Zaehner, “Zoroastrianism,” p. 211.</ref> Scholars are not sure what ''haoma'' was, but they conclude from the description of the effects it had on those who drank it that it probably contained a hallucinogen. Zaehner writes: “For Zoroaster the whole cult with its bloody sacrifice and ritual drunkenness is anathema—a rite offered to false gods and therefore a ‘lie’.”<ref>Zaehner, “Zoroastrianism,” p. 211.</ref> | He also condemned the rite associated with drinking ''haoma'', the fermented juice of a plant that caused “filthy drunkenness.”<ref>Gatha: Yasna 48.10, quoted in Zaehner, “Zoroastrianism,” p. 211.</ref> Scholars are not sure what ''haoma'' was, but they conclude from the description of the effects it had on those who drank it that it probably contained a hallucinogen. Zaehner writes: “For Zoroaster the whole cult with its bloody sacrifice and ritual drunkenness is anathema—a rite offered to false gods and therefore a ‘lie’.”<ref>Zaehner, “Zoroastrianism,” p. 211.</ref> | ||
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