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Zaratustra disse que “os seguidores da Mentira” destruíram a vida e se esforçaram para “separar os seguidores da Verdade da Boa Mente”.<ref>Gatha: Yasna 32.11, citado em Zaehner, “Zoroastrianism,” p. 211.</ref>Os seguidores da Mentira sabiam quem era Zaratustra, reconheceram o perigo que ele representava e fizeram de tudo para destruí-lo. Para tanto, eles continuaram a sacrificar touros e a participar do rito do "haoma". De acordo com Zaehner:  
Zaratustra disse que “os seguidores da Mentira” destruíram a vida e se esforçaram para “separar os seguidores da Verdade da Boa Mente”.<ref>Gatha: Yasna 32.11, citado em Zaehner, “Zoroastrianism,” p. 211.</ref>Os seguidores da Mentira sabiam quem era Zaratustra, reconheceram o perigo que ele representava e fizeram de tudo para destruí-lo. Para tanto, eles continuaram a sacrificar touros e a participar do rito do "haoma". De acordo com Zaehner:  


<blockquote>There would seem to be little doubt that an actual state of war existed between the two parties, Zoroaster and his patron Vishtaspa standing on the one side and the so-called followers of the Lie, many of whom he mentions by name, on the other.<ref>Zaehner, ''Dawn'', p. 36.</ref></blockquote>
<blockquote>Parece haver pouca dúvida de que um estado de guerra real existia entre as duas partes, Zoroastro e seu patrono Vishtaspa de um lado e os chamados seguidores da Mentira, muitos dos quais ele menciona pelo nome, por outro.<ref>Zaehner, "Dawn", p. 36.</ref></blockquote>


Finally, the battle went on right within man. John Noss, author of ''Man’s Religions'', observes that “it was perhaps Zoroaster’s cardinal moral principle, that each man's soul is the seat of a war between good and evil.”<ref>John B. Noss, ''Man’s Religions'', 5th ed. (New York: Macmillan Publishing Co., 1974), p. 443.</ref>
Finally, the battle went on right within man. John Noss, author of ''Man’s Religions'', observes that “it was perhaps Zoroaster’s cardinal moral principle, that each man's soul is the seat of a war between good and evil.”<ref>John B. Noss, ''Man’s Religions'', 5th ed. (New York: Macmillan Publishing Co., 1974), p. 443.</ref>
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